Eu escolho a moeda que quero usar.

“O meu banco está no meu bolso, e a moeda fui eu que a criei.” 

A tendência que temos vindo a presenciar é como as novas tecnologias tem vindo a fazer uma desrrupção total, de como as empresas prestam os serviços ou como o cidadão poderá interagir com as empresas ou serviços.

Se lembramos de que quando sugiram os Blogs, os jornais ficaram todos preocupados de como seria possível, como o cidadão (utilizador ou leitores de jornais) poderiam agora escrever sobre temas que antes só os jornalistas faziam e estes serem lidos por qualquer pessoa. Depois veio o youtube, onde também pode transmitir videos live, ou qualquer utilizador ter o seu próprio canal de divulgação de conteúdos, de qualquer que seja o tema. Um outro exemplo é o twitter que em segundos as noticias são publicadas e lidas em todo mundo por qualquer pessoa que tenha uma conta no twitter. Tudo isso trouxe uma transformação da forma como o serviço ou a informação é processada ou transmitida ou de quem a detém a informação. Já não são apenas as tradicionais entidades que antigamente o faziam, mas agora qualquer pessoa pode o fazer. E hoje temos n plataformas de transmissão de informação no poder do cidadão que é consumidor e produtor da informação.

Agora estamos neste mesmo caminho com relação aos Bancos, o mundo está a passar por uma transformação nesta área que poderá ser mais difícil da que descrevi acima, porque muitos factores serão difícil de romper, por ser uma área bastante conservadora onde os Governos tem um interesse um papel muito importante. A moeda sempre foi visto como algo soberano de qualquer país. Esta moeda o Governo que o controla está a passar para a mão do cidadão, não será mais apenas o Governo emitir a moeda mas o próprio cidadão também o poderá fazer. O cidadão criar e processar a sua própria moeda sem ter intermediários. Da mesma forma que hoje criamos e divulgamos o nosso conteúdo.

Então vou deixar aqui alguns conceitos para poderemos entender um pouco o que é tudo isso e o que vem por ai.

Criptomoedas – É um meio digital de troca no qual a continuidade, integridade e equilíbrio das declarações da sua conta são garantidas através de uma rede de agentes ou transferências de arquivos que são verificados pela mineração, que são públicos em geral e protegem ativamente a rede em manter uma alta taxa de processamento de algoritmos, a fim de receber uma pequena taxa que é distribuída de forma aleatória.

Blockchain – É uma base de dados distribuída, formada por cadeias de blocos projetadas para evitar sua modificação, uma vez que foi publicado em um registro de tempo confiável e vinculado a um bloco anterior.

Bitcoin – É uma criptomoeda, sistema de pagamento e mercadoria. Foi concebida em 2009, pelo pseudónimo Satoshi Nakamoto. Ele é baseado na tecnologia Blockchain como todas as criptomoedas, então é difícil falsificar.

Deixo aqui algumas questões para comentares :

  • Para onde acha que caminhamos ?
  • Como será o teu banco no futuro ?
  • Que moedas estarás a usar ?

Pode estar a perguntar o que tenho a ver com tudo isso ? Pois é, nós todos vamos ter de lidar com isso num futuro muito próximo, porque é uma moeda que está ai e que veio para ficar.

Deixe o seu comentário para troca de ideias.

 

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Diversidade IV

Resultados das Eleições no Estados Unidos

Acho que cada vez mais, apaixono por esta palavra (Diversidade). E ontem foi por causa das eleições nos Estados Unidos. Já viram a diversidade com que foi as eleições ?

Vejamos alguns dados :

  • Primeira mulher a chegar ao cargo de senadora do Tennessee.
  • Primeiro governador assumidamente gay no Colorado.
  • Primeira congressista assumidamente lésbica no Kansas.
  • Primeira congressista negra no Massachusetts.
  • Primeiras congressistas latinas no Texas.
  • Primeiras congressistas muçulmanas no Michigan e Minnesota.
  • Primeiras congressistas nativo-americanas no Kansas e Novo México.
  • Primeira congressista mais nova de sempre na Câmara dos Representantes.

Que interpretação poderemos fazer disso ?

Diversidade III

Marcha dos Hondurenhos para Estados Unidos

Como amo esta palavra, se vocês já leram os meus posts sabem disso. Mas de certeza que concordam comigo. Hoje estou a pensar nos Hondurenhos que estão em marcha a caminho dos Estados Unidos, como serão recebidos ai na fronteira ? É uma ansiedade, medo, curiosidade, expectativa, enfim uma mistura de sentimentos que tenho, e que não consigo de parar de pensar no mesmo. Daí hoje me deu para escrever sobre a diversidade.

Eu amo a vida, as culturas, as religiões, os povos, as línguas, as nacionalidades, enfim tudo que constitui este nosso lindo planeta que é a Terra. Imagina se o mundo fosse plano, que fôssemos todos chineses, nigerianos, americanos, gregos, sei lá que nacionalidade fosse !!! Seria ter a mesma cultura, a mesma gastronomia, a mesma língua, enfim, o mesmo de tudo.  Acha que teria graça nisso ????? Para mim não,  porque o que faz lindo este mundo é a nossa diversidade, as diferenças, as culturas, os povos, as nacionalidades, enfim, tudo o que constitui este lindo planeta que é a Terra. A minha maior paixão que tenho na vida é viajar, conhecer novas culturas, novos povos, a gastronomia, enfim tudo. É uma aprendizagem sem limites. Eu quero fazer parte deste mundo, sim, quero partilhar, trocar experiências com outros povos, outras nacionalidades. Mas como ? ?

Será um crime um pai, uma mãe querer dar uma vida melhor ao seu filho ? Será um crime eu querer ter uma vida melhor ? Até que ponto vamos limitar as fronteiras, como poderemos fazer que cada nação tenha a sua paz, desenvolvimento, sustentabilidade para que estas questões não sejam discutidas ?? O mundo evolui tão rápido em muitas coisas, mas a questão territorial ainda é muito primitiva. E o pior é cada vez a nossa inteligência emocional está a perder em detrimento da irracionalidade, do egoísmo e de valores muita vezes questionáveis.

Esta diversidade que faz este planeta tão lindo, maravilhoso é também o motivo de muita guerra, ódio, mobilidade e irracionalidade. Chega a ser absurdo de como é possível no mundo de hoje o ser humano ter comportamento tão primitivo, que eu conheci através da história dos Vikings ou bárbaros, como !!!!! Será o retrocesso da humanidade ???? A pensar que poderei ser discriminado pela cor da minha pele, pela minha escolha religiosa, sexual, pela minha nacionalidade chega a ser repugnante e inadmissível para o mundo de hoje onde o Homen já desenvolveu tantas capacidades de criar coisas incríveis como a inteligência artificial, a internet das coisas entre outras tantas tecnologias avançadas, mas o básico ainda não conseguiu evoluir. Não dá que pensar ???

Eu sou uma pessoa das tecnologias, onde muitas das vezes esquecemos da inteligência emocional, porque estamos muito focados nos códigos, nas máquinas que poderemos descuidar alguma hora desta parte, mas acho que não será só eu a ter este problema, o mundo inteiro está a passar pelo mesmo dilema, a inteligencia emocional. O imperativo não poderá ser as máquinas, não podermos permitir que o Homem se torna em uma máquina, não. Compreendo que cada nação queira ter a autonomia do seu território, do seu povo, então vamos deixar de ser egotistas, egocêntrico e apoiar as nações que tenham problemas ou dificuldades que possam desenvolver e que cada povo tenha a sua nação, o seu território. O problema não será solucionado fechando as fronteiras, mas sim em ajudar o vizinho a arrumar a sua casa. Vejo o exemplo da África, anos e anos de ajuda externa, muitos recursos naturais mas a pobreza, os problemas são sempre os mesmos. O povo não quer ficar no país de origem, quer aventurar arriscando a vida para tentar uma vida melhor que muitas das vezes poderá não ser e as vezes até é a morte que o espera. E ainda assim, continuamos a achar que será bloquear as entradas no vizinho que resolve. NÃO.

E nem vale a pena dizer que o problema não é meu, não, é sim. É de todos nós, nos afecta a todos. A Terra é uma só. Vamos todos fazer parte da solução. Já parou para pensar o que fazer no seu país, para que haja mais emprego, mais felicidade, mais amor ? Eu sou solidária com qualquer emigrante que quer uma vida melhor para ele e sua família.

Levanto e digo BASTA DE INTOLERÂNCIA, VIOLÊNCIA, XENOFOBIA, HOMOFOBIA e tudo que não seja pela PAZ E AMOR.

Empreendedorismo sem Inovação ? Existe ?????

Empreendedorismo numa sociedade que não financia a Inovação. Como será ??????

A Economia Criativa tem crescido a cada ano em torno de 10% à 20% em paises desenvolvido e em certos países até acima de 30%.

Economia criativa é o conjunto de negócios baseados no capital intelectual e cultural e na criatividade que gera valor econômico. A indústria criativa estimula a geração de renda, cria empregos e produz receitas de exportação, enquanto promove a diversidade cultural e o desenvolvimento humano. A Economia Criativa abrange os ciclos de criação, produção e distribuição de bens e serviços que usam criatividade, cultura e capital intelectual como insumos primários.

“Concretamente, a área criativa gerou uma riqueza de R$ 155,6 bilhões para a economia brasileira em 2015, segundo, publicado pela Firjan em dezembro de 2016 – Dados da @Sebrae Brasil.

Para um pais como Cabo Verde poderá ser uma solução o desenvolvimento desta Industria, visto que temos uma grande pontencialidade para esse tipo de industria. Sim, é preciso estimular a inovação e a criatividade, e para isso poderá ser de várias formas:

  • Educação, um ensino voltado para o pensamento criativo e empreendedor
  • Prémio para aqueles que em condições adversas conseguiram ainda assim inovar
  • Estimular com financiamento a projectos de caracter inovador, através de fundos de investimentos de capital de risco, sim o risco existe e na inovação é preciso
  • Estimular a investigação das universidades, com prémios para projectos de investigação inovadores.
  • Jornadas de tecnologias de Informação e programação para alunos dos liceus / universidades.
  • Criação de laboratórios TICs nas associações das comunidades dos bairros com problemas sociais, estimulando as crianças a apreender a programação.

Cabo Verde, não poderá contar apenas com a ajuda dos parceiros ou da esperança da chuva. Temos sim, também de contar com a capacidade de criatividade e inovação do nossa população, de como poderemos colocar esta indústria que só dependerá de nós ao nosso favor.

Podemos transformar os pilares da nossa economia com a indústria criativa, aplicar a inovação no Turismo, através das TICs, da cultura, da música, da arte e de toda a nossa morabeza. Podemos SIM. Podemos transformar estas ilhas em um paraíso e com uma forte economia baseada naquilo que temos, nossa gente, nossa cultura, nossa diversidade, nossas praias, rochas, enfim …. tanta coisa que poderemos fazer. Vamos juntos transformar Cabo Verde um país plano, onde todos tem as mesmas oportunidades.

#innovationcv #economy #beyou #caboverde #itwomen #cvwomen

Indústria 4.0 & Economia Criativa !

Os desafios de empreender na Economia Criativa e a Indústria 4.0

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Hoje o PAGALI faz 4 anos, com uma gestação de 9 ANOS, poderia ser 9 Meses, mas são mesmo 9 anos, nascia um produto fruto de uma ideia, de um querer mudar o Status-Quo da nossa sociedade, da forma de fazermos as coisas, a forma como interagirmos com as nossas empresas, como pagamos as nossas contas, nossos serviços, ou seja, queria mudar algo. Assim nasceu o menino PAGALI. Hoje com 4 anos, ainda continua uma criança, porque os desafios são muitos, os obstáculos ainda existem, mas persistimos porque acreditamos que vale a pena arriscar para melhor as nossas vidas e o nosso tempo. Apesar de que a ideia a concepção foi criada em 2005, há 13 anos, dá para acreditar ?

O objetivo ainda não está alcançado, mas chegaremos lá, com muita persistência, profissionalismo e dedicação ao que amamos fazer. Poderíamos chegar mais rápido, mas inda não é possível.

Ainda em Cabo Verde, não temos um modelo financeiro que possa financiar este tipo de indústria, Indústria 4.0 / economia criativa, que é por sinal uma das indústria que mais cresce no mundo.

Alguns números da União Europeia com relação ao financiamento a Indústria 4.0 (fonte: https://ec.europa.eu ):

A indústria é um dos pilares da economia europeia – o setor manufatureiro da União Européia é responsável por 2 milhões de empresas, 33 milhões de empregos e 60% do crescimento da produtividade. Estamos à beira de uma nova revolução industrial, impulsionada por tecnologias de informação de nova geração, como a Internet of Things (IoT), a computação em nuvem, a grande análise de dados e dados, robótica e impressão em 3D. Eles abrem novos horizontes para a indústria se tornarem mais aventureiros, mais eficientes, para melhorar processos e desenvolver produtos e serviços inovadores. Estudos recentes estimam que a digitalização de produtos e serviços pode somar mais de € 110 bilhões de receita anual na Europa nos próximos cinco anos.

  • Em geral, os planos de hoje devem mobilizar até € 50 bilhões de investimentos públicos e privados para apoiar a digitalização da indústria.

  • Investimento de 37 bilhões de euros para aumentar a inovação digital.

  • 5,5 bilhões de investimentos nacionais e regionais em centros de inovação digital.

  • 6,3 mil milhões de euros para as primeiras linhas de produção de componentes eletrônicos da próxima geração.

  • 6,7 bilhões de euros para a iniciativa europeia Cloud.

E nós por aqui ? O que estamos a fazer para tal ? Como estamos a estimular as nossas empresas para serem mais inovadoras, mais criativas ?

Também é caso para ser falar da Economia Criativa (cultura, música, arte, design, softwares, etc), tudo que seja gerada pelo capital intelectual do criativo, como estamos a olhar para o mesmo ? No Brasil é a Indústria que mais cresce, mesmo com a crise económica. E nós aqui ? Temos uma forte veia criativa e inovadora, mas a questão é, Como transformar isso em negócio ou riqueza ? Como podemos fazer que um empreendedor cria os seus projectos com sustentabilidade e coloca na esfera mundial porque é a Indústria que é facilmente transportável pelo mundo.

Deixo as perguntas no ar, porque realmente não tenho respostas para as mesmas. Da nossa parte vamos continuando arriscando e inovando sempre.

EstatisticasPAgali

Haters da Internet

Já ohater-2uviu falar dos “haters” da Internet ? De certeza que já deparou com alguma situação do tipo que uma pessoa nas redes sociais ou em algum site de noticia ou outro qualquer um internauta a falar mal ou mesmo a insultar as pessoas por ter escrito algum post ou noticia. Não quero dizer que os internautas não deve emitir a sua opinião, claro que devem, mas devem ter o cuidado do que se escreve, porque em muitos dos casos são mesmo insultos e comentários sem fundamentos nenhum.

Estamos a utilizar as ferramentas de TIC que temos disponíveis muitas das vezes da pior forma possível.

Portanto não queira usar um crachá deste tipo “HATER”, quem espalhe ódio vai colher o mesmo.

Sejamos construtivos de forma a podermos emitir opiniões com fundamentos verdadeiros e não suposições de verdades ou como se diz no bom crioulo “flado fla”. Muitas pessoas hoje se escondem em perfil falso “covardia” para estar a atacar pessoas com temas ou assuntos não verdadeiros pelo simples fato de querer manchar a imagem da pessoa.

As redes sociais tem dado coragem a muitos internautas que por covardia não conseguem falar na cara da pessoa, se escondem por traz de um “pseudónimo” ou perfil falso para ofender os outros.

Não adianta estar na internet, rede social, ou não, se um Hater que falar mal ou jogar um boate sobre você, vai faze-lo, independente se esta ligado ou não.

Por isso é bom fazer um filtro do que se lê e por onde navegue na internet, porque o que tem de lixo é uma coisa incrível. Já é chegada ao momento de se poder filtrar os conteúdos como o internauta quer e não pelo que os provedores querem.

Enquanto isso não acontecer teremos de estar a conviver com esse tipo de gente “Haters” que apenas querem espalhar o ódio e mal estar, fazendo a poluição da internet. É chegado ao momento de termos um “garbage” da internet. Não acha ?

A dica que deixo aqui é não dar importância, quanto mais responder ou mesmo comentar sobre um comentário de um hater estará dando mais holofote ao mesmo. Se ninguém o responder um dia vai parar, e pronto, passou a história.

Votos de boa semana, e vamos espalhar AMOR. Abaixe aos #Haters #love #foco.

A sua empresa é Sociável ?

Alguma vez pensou nisso ? O quanto a sua empresa é sociável ? Pois é, se ainda não, então trata já de fazer com que a sua empresa seja sociável, seja comunicativa, interativa ou seja, não espera que os seus clientes chega nela, mas que seja ela a chegar nos seus clientes.Todas as empresas terão de ser num futuro muito próximo sociáveis, porque a comunicação que hoje vemos não será do futuro, esquece a TCV (risosss, se é que alguém pensa nele…. 🙂 ….), enfim brincadeira à parte. Toda os midias de hoje serão convertidos em midias sociais ou seja serão todas difundidada em “real-time” através de alguma rede social.

Uma empresa sociável é aquela que sabe comunicar, interagir com os clientes, sabe sentir o que eles querem, consegue chegar neles mesmo antes de eles mesmo o desejaram. Da mesma forma que hoje as pessoas estão nas redes sociais, as empresas também acabaram por assim estar, alias as tendências são evidentes, é só darmos uma olhadela em todas as redes sociais para vermos como cada vez mais as empresas estão comunicando muito mais através das redes sociais do que por outra vias. 

Quantas pessoas hoje não leêm as notícias apenas nas redes sociais ? Quantas não fazem compras pelas redes sociais ? Quantas não interagem com campanhas publicitárias ou eventos através das redes sociais ?

E você ? Vai ficar fora de tudo isso ? Não me questione se é certo, ou se será o mais adequado ? Mas as minha bisavó nunca iria imaginar que sugeria um telefone ou telemóvel chamado de “iPhone” e que teria tanto sucesso, que as pessoas iriam andar na rua com “qualquer coisa” na mão a falar uns com os outros. Não é ?

Pois, o futuro nos dirá. A TV também será convertida em uma rede social, só assim poderá no futuro captar a atenção das pessoas, ( TCV abre o olho, risosss ). As empresas não estarão apenas a interagir com as pessoas, mas também estarão a interagir com outras empresas ( fornecedores, clientes, etc, …. ).

Então vamos lá …. Coloca a sua empresa mais sociável.

Até já …..